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    <title>O-Auto-Falante</title>
    <link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html</link>
    <description>W3log de Tiago Charters de Azevedo (Comentários para: tca@diale.org)</description>
    <language>en-us</language>
    <generator>Emacs Muse</generator>

<item>
<title>EmacsWiki</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#EmacsWiki</link>
<description><![CDATA[
<p>A minha página no <a href="http://www.emacswiki.org">EmacsWiki</a>: <a href="http://www.emacswiki.org/cgi-bin/emacs-pt/TiagoChartersAzevedo">TiagoChartersAzevedo</a>.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#EmacsWiki</guid>

</item>

<item>
<title>Mais ainda, do mesmo</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Mais%20ainda%2C%20do%20mesmo</link>
<description><![CDATA[
<p>Apesar da estrutura dos Study Groups potenciar a colaboração entre a academia e
a industria<sup><a class="footref" name="fnr.1" href="#fn.1">1</a></sup> com um benefício aparentemente claro para ambas as partes à um
limite superior para o qual tende este tipo de colaboração. Não é possível
crescer muito (veja-se o caso destes encontros no Reino Unido)
apenas tendo por base bolsas de pós-graduações para  estudantes e
&quot;pequenas&quot; contribuições dos parceiros industriais em cada realização do
evento. Mesmo que a uma dita colaboração, matemáticos/industria, seja um factor tomado em conta nas novas
avaliações efectuadas aos centros de I&amp;D este ano.</p>

<p>Parte deste
<a href="http://www.ecmi-indmath.org/info/nl.php">problema está bem enunciado na última edição do boletim do ECMI</a>.</p>

<blockquote>
<p class="quoted">
But what does <a href="http://www.ecmi-indmath.org">ECMI</a> do “for industry”?
A biannual newsletter and reduced fees for the ECMI
conferences may not be enough.</p>

</blockquote>
Não é de facto. Como convencer os parceiros industriais a participar. Não sem surpresa que
se constata que o primeiro passo foi dado pela academia e não por aqueles que
estão no mundo real. Tem sempre algo de oportunista o pedido de problemas vindo,
ainda por cima, de uma área como a matemática, dita universal.

<p>Desconfio da universalidade dos matemáticos<sup><a class="footref" name="fnr.2" href="#fn.2">2</a></sup>. É esta que, de alguma maneira, é
usada para convencimento da outra parte.</p>

<p>Repare-se que de tudo isto, quem mais lucra, são os académicos, o
&quot;<a href="http://www.paulgraham.com/good.html">make something people want</a>&quot; de  <a href="http://www.paulgraham.com">Paul Graham</a> de facto não existe. Não temos nada
para vender. Nesse sentido a
comunidade de matemáticos não fez nada, aliás bem vistas as coisas, quem deveria
&quot;pagar&quot; para ter problemas para resolver seria a própria comunidade de académicos.</p>

<p><strong>Notas:</strong></p>

<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.1" href="#fnr.1">1.</a> Aqui &quot;industria&quot; significa empresas em geral.
<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.2" href="#fnr.2">2.</a> Este ponto não deixa de ser polémico em qualquer lado.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Mais%20ainda%2C%20do%20mesmo</guid>

</item>

<item>
<title>Comentários sobre &quot;Matemática Industrial em Portugal&quot;</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Comentários%20sobre%20%22Matemática%20Industrial%20em%20Portugal%22</link>
<description><![CDATA[
<p>Apesar de perceber a problemática exposta no texto
&quot;<a href="http://www.mat.uc.pt/~lnv/papers/industrial.doc">Matemática Industrial em Portugal</a>&quot; não acho que a forma das soluções
apresentadas seja a melhor.
Acho-as &quot;institucionalizantes&quot; em excesso impondo regras e procedimentos antigos
sobre uma estrutura que se quer nova e adaptável.</p>

<p>Uma estrutura em catedral não me parece ser a melhor, até porque numa área em
que as soluções podem surgir de qualquer lado a abertura é sempre mais
favorável<sup><a class="footref" name="fnr.1" href="#fn.1">1</a></sup>. A solução pode existir e ser construída fora dela.</p>

<p>O pouco sucesso do ECMI e dos Study Groups passa por isso mesmo, da estrutura
fechada e restrita afecta a uma qualquer instituição ou organismo construído &quot;à
moda antiga&quot;<sup><a class="footref" name="fnr.2" href="#fn.2">2</a></sup>.</p>

<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.1" href="#fnr.1">1.</a> Estou a pensar no livro do <a href="http://www.catb.org/~esr/">Eric Raymond</a>: <a href="http://catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/">The cathedral an the bazaar</a>.
<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.2" href="#fnr.2">2.</a> O <a href="http://www.wikinomics.com/">wikinomics</a> também poderá dar algumas pistas.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Comentários%20sobre%20%22Matemática%20Industrial%20em%20Portugal%22</guid>

</item>

<item>
<title>Matemática Industrial em Portugal</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Matemática%20Industrial%20em%20Portugal</link>
<description><![CDATA[
<p>Um artigo interessante: <a href="http://www.mat.uc.pt/~lnv/papers/industrial.doc">Matemática Industrial em Portugal</a> por
<a href="http://www.mat.uc.pt/~lnv/">Luís Nunes Vicente</a>.</p>

<p>Comentários para mais tarde.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Matemática%20Industrial%20em%20Portugal</guid>

</item>

<item>
<title> Matemática e industria (cont.)</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#%20Matemática%20e%20industria%20</link>
<description><![CDATA[
<p>Na sequência d<a href="./08.abr.html#Matem%8E1tica%20e%20industria">a entrada anterior</a> volto a este tema. Agora sobre uma nova
abordagem com uma ideia que talvez se aplica a isto: como garantir que o
problema resolvido satisfaz quem o propõe. A resposta parece simples:</p>

<blockquote>
<p class="quoted">
Make something people want.</p>

</blockquote>
A ideia parece e  é tão simples como descabida, pelo menos num primeiro
olhar. No entanto parece-me que se aplica bem a matemáticos que querem resolver
problemas para a industria. É mais importante dar o que a industria parece
querer como solução do que construir uma cenário formal e rigoroso no qual a
solução que se procura aparece como um caso particular de  um qualquer
resultado.

<p>Ás vezes também pode ser bom não dar o que os outros querem, isto está bem
enraizado na formulação de problemas, i. e., é preciso resistir ao facilitismo
imediato de dar como solução a primeira coisa que nos vem à cabeça.</p>

<p>A frase encerra também, para a solução, a qualidade de algo útil,
dando qualquer coisa  que alguém quer.</p>

<p>Mas é uma frase ambígua. Nem sempre sabemos o que queremos e só o sabemos
passado algum tempo, discutindo as possibilidades e as alternativas dos
problemas propostos e da cada uma das soluções encontradas.</p>

<p>&quot;Make something people want&quot;, parece ser uma maneira, uma boa maneira, de
trabalhar, admitindo que não sabemos o que fazer e o outro não sabendo,
aparentemente, o que quer.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#%20Matemática%20e%20industria%20</guid>

</item>

<item>
<title>Make something people want</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Make%20something%20people%20want</link>
<description><![CDATA[
<p>Algumas das lições de  <a href="http://www.paulgraham.com">Paul Graham</a>: <a href="http://www.paulgraham.com/good.html">Be good</a>.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Make%20something%20people%20want</guid>

</item>

<item>
<title>Ponto fixo</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Ponto%20fixo</link>
<description><![CDATA[
<p>Como se passa de uma simples afirmação para a sua forma recursiva, i. e., como
se passa de um simples pedido para o pedido pedido.</p>

<p>Translação dos termos para mais tarde na frase.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Ponto%20fixo</guid>

</item>

<item>
<title>A língua escrita e a língua falada</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#A%20língua%20escrita%20e%20a%20língua%20falada</link>
<description><![CDATA[
<p>A língua escrita e a língua falada são dois sistemas de sinais distintos; a
única razão de ser da segunda é representar a primeira; o objecto linguístico
não é definido pela combinação da palavra escrita e da palavra pronunciada, esta
última constitui, por si só, esse objecto. Mas a palavra escrita mistura-se tão
intensamente com a palavra pronunciada de que é a imagem que acaba por usurpar o
papel principal.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#A%20língua%20escrita%20e%20a%20língua%20falada</guid>

</item>

<item>
<title>Parte do entendimento do mundo</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Parte%20do%20entendimento%20do%20mundo</link>
<description><![CDATA[
<p>Parte do entendimento do mundo, os dados que dele compomos, representam também, em
simultâneo, as regras pelas quais o entendemos. Neste sentido os dados são a
própria computação e a computação os próprios dados.
É a nossa habituação aos dados que determina, termina, o cálculo que fazemos
sobre ele.</p>

<p>A linguagem como vício. O limite do mundo é o limite da linguagem.</p>

<p>O paradoxo está em não nos fartarmos de calcular.</p>

<p>Quantos patamares de reflexão posso construir? Dois, o que calcula e o que vê
calcular (muito pessoano).</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Parte%20do%20entendimento%20do%20mundo</guid>

</item>

<item>
<title>Algumas funções matemáticas são computáveis</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Algumas%20funções%20matemáticas%20são%20computáveis</link>
<description><![CDATA[
<p>Algumas funções matemáticas são computáveis, outras não. Em geral nas linguagens
de programação é possível escrever um programa que implementa toda e qualquer
função computável em principio. Por outro lado o limite da computabilidade, ou
daquilo que é computável, também limita o tipo de coisas que uma linguagem de
programação pode fazer.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Algumas%20funções%20matemáticas%20são%20computáveis</guid>

</item>

<item>
<title>Matemática e industria</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Matemática%20e%20industria</link>
<description><![CDATA[
<p>Começou hoje o  <a href="http://www.fc.up.pt/cmup/esgi65/">65th European Study Group with Industry</a>. O objectivo é
claro:</p>

<blockquote>
<p class="quoted">
...to streghthen the links between Mathematics and
Industry by using Mathematics to tackle industrial problems which are proposed
by industrial partners.</p>

</blockquote>


<p>Se por um lado é fácil de perceber o que a industria tem que interesse aos
matemáticos, pelo menos a alguns deles, o recíproco já não é assim tão óbvio o
que será.</p>

<p>Para os matemáticos, e repito, para alguns deles, os problemas
que a industria fornece são em alguma medida novos, tem uma frescura que aqueles
exemplos mais académicos, ou de livros de texto, já perderam, assim esses
problemas são novidade, livres de qualquer resolução já resolvida que se possa
encontrar numa biblioteca qualquer. No entanto esta novidade é aparente como
mostra bem uma análise mais cuidada, não há assim tantos problemas novos, o que
há são novas formas de ver um mesmo problema, com outra roupa ou carapaça
diferente.</p>

<p>Mas voltando ao que a matemática tem para a industria. É o que me interessa,
estou deste lado da barricada e, ainda, não do outro. Uma outra pergunta que faz
sentido seria ainda: o que não tem um qualquer engenheiro com uma especialidade no âmbito do
problema proposto que tem um matemático?</p>

<p>Listo algumas que não são exclusivas dos matemáticos/engenheiros <sup><a class="footref" name="fnr.1" href="#fn.1">1</a></sup></p>

<ol>
<li>formulação do problema</li>
<li>resolução numérica, analítica, ...</li>
<li>existência de solução</li>
<li>unicidade da mesma</li>
<li>prova</li>
</ol>

<p>Os matemáticos são tidos como bons formuladores de problemas (se estes estão
incluídos naqueles não sei). Quanto à resolução do problema, seja ela numérica
ou analítica, diria que esta capacidade não é exclusiva da
matemática/matemáticos.</p>

<p>Quanto à existência da solução de um problema a minha dúvida é a seguinte. Dado
um problema industrial começo por defini-lo de uma forma mais rigorosa de modo a
que o possa tratar matematicamente e depois resolvo o segundo e não o
primeiro. A dúvida está se a formulação mais matemática e a sua solução se
aproximam do problema inicialmente proposto. Este é um problema importante para
ambas as comunidades, matemáticos e industria, já que é, ou corresponde, a um
factor de credibilidade dos primeiros em relação aos segundos. No entanto
parece-me que aqui não há, ainda, algo de especificamente matemático na
abordagem. A maioria dos problemas que se quer resolver, se complicados, começam
a ser resolvidos por formulações e resoluções de crescente complexidade e
profundidade.</p>

<p>É no entanto nos pontos 3, 4 e 5, penso eu, que a originalidade de ser
matemático, ou do pensamento matemático, para o separar do ser que o é, reside.</p>

<p>Claro que é importante nestas coisas saber se um problema tem solução, ninguém
procura a solução de um problema sabendo <em>a priori</em> que ela não existe. Claro que a
existência de solução depende à partida da formulação matemática e a sua não
existência apenas significa  que a formulação matemática do problema não tem
solução e não o problema industrial em si. No entanto esta não existência de
solução do problema matemático é importante para o problema inicial por que o
limita nas possibilidades da sua formulação e esta forma de balizar o pensamento
é de facto matemática e não surge com naturalidade noutras ciências<sup><a class="footref" name="fnr.2" href="#fn.2">2</a></sup>.</p>

<p>No caso da solução ao problema matemático existir é importante saber de quantas
formas o posso resolver. Esta forma também é puramente matemática e no caso da
solução ser única tem uma grande importância para o problema inicial proposto
porque o eleva à condição de um problema bem posto, i. e., ao determinismo
absoluto.</p>

<p>Se as soluções são várias a procura da solução óptima passa a ser
prioritária. Pode resalvar-se o caso de se conseguir mostrar que a solução
existe e é única sem a conseguir construir (fica para outra entrada esta explicação).</p>

<p>O ponto 5 é para mim um dos mais importantes. Em todo este processo de
construção, procura da unicidade e existência está subjacente o conceito de
prova, aquilo que mostra explicitamente e em que condições é que a solução
encontrada é de facto <strong>a solução</strong>, e esta é a mais distintiva contribuição que um
matemático pode dar ao problema industrial. O produto final da sua procura e
conclusão, aquilo que mais nenhuma outra abordagem pode dar.</p>

<p>Não sei ainda como é que isto se pode formular como <strong>o produto</strong> final, o item
vendável da comunidade matemática à industria, ou se de facto o é.</p>

<p><strong>Notas:</strong></p>

<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.1" href="#fnr.1">1.</a> Não sei porque razão o meu cérebro associa um problema industrial a
um problema formulado por um engenheiro... Não tem de ser assim.
<p class="footnote"><a class="footnum" name="fn.2" href="#fnr.2">2.</a> A minha concepção de ciências naturais ainda não inclui a matemática nesse conjunto.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Matemática%20e%20industria</guid>

</item>

<item>
<title>Uma parte</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Uma%20parte</link>
<description><![CDATA[
<p>do que me incomoda sobre o HTML é a constante introdução de tags. Não sei
quantas existem, não as vou contar, mas o artigo a que se refere a entrada  é
suficientemente explícito para não me deter mais sobre isso.</p>

<p>Isto justifica a segunda parte da minha vontade em usar o Emacs Muse. No
entanto, como seria de esperar, mesmo o Muse não me satisfaz... Já ando a piscar o
olho à <a href="http://lml.b9.com">Common Lisp Markup Language</a> e procurando, ao mesmo
tempo, uma maneira de correr lisp no servidor.</p>

<p><strong>Links:</strong></p>

<ul>
<li><a href="http://www.weitz.de/cl-who">http://www.weitz.de/cl-who</a></li>
<li><a href="http://lml.b9.com">http://lml.b9.com</a></li>
<li><a href="http://www.cliki.net">http://www.cliki.net</a></li>
</ul>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Uma%20parte</guid>

</item>

<item>
<title>Inelegance of Combining HTML and Code</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Inelegance%20of%20Combining%20HTML%20and%20Code</link>
<description><![CDATA[
<p>Um excelente artigo sobre algo que tenho pensado: <a href="http://nickmudge.info/?post=92">Inelegance of Combining HTML and Code</a>.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Inelegance%20of%20Combining%20HTML%20and%20Code</guid>

</item>

<item>
<title>Prof. Augusto Barroso </title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Prof%2E%20Augusto%20Barroso%20</link>
<description><![CDATA[
<blockquote>
<p class="quoted">
This Conference honours Prof. Augusto Barroso both as a distinguished scientist
and a remarkable teacher at the University of Lisbon, on the occasion of his
retirement. It will gather both colleagues and experts in the fields in which
Prof. Barroso has worked, with a special emphasis on Particle
Physics. Prof. Barroso's interest on the Higgs boson dates from the early
80's. Remarkably, the long awaited experimental detection of the Higgs boson
might just be within reach of the LHC experiment at CERN. It will therefore be
of great interest to recollect the contribution given by a portuguese scientist
to an area where discoveries of such paramount importance are imminent.</p>

<p class="quoted">An important underlying goal of the Conference is the positive impact that the
recognition of significant work carried out in Portugal will undoubtedly have in
attracting young people to Physics, and to Science in general. It will motivate
new generations to follow Prof. Barroso's steps, and thus contribute to the
excellence of portuguese research.</p>

<p class="quoted">This Conference will take place in Lisboa, Portugal, at the Complexo
Interdisciplinar da UL, on the 24th of October 2008.</p>

</blockquote>

<p>Link: <a href="http://www.ciul.ul.pt/~augustofest/">http://www.ciul.ul.pt/~augustofest/</a></p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Prof%2E%20Augusto%20Barroso%20</guid>

</item>

<item>
<title>Método de pesquisa dourado</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Método%20de%20pesquisa%20dourado</link>
<description><![CDATA[
<p>O  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_section_search">Golden section search</a> é baseado na seguinte propriedade:
na divisão de  um intervalo, de comprimento <em>l</em>, sucessivamente em intervalos mais
pequenos de comprimentos <em>l</em> e <em>l r</em>. De modo a que <em>l</em> está para <em>l r</em> assim como <em>l r</em>
está para <em>l (1-r)</em>.</p>

<p>Permite  de uma maneira simples construir um método para determinação de
extremos relativos, máximos e mínimos, de funções, sem fazer uso de derivadas de
uma função. O valor de <em>r</em> é solução da equação <em>r^2+r-1=0</em>, i. e., o valor <em>r=0.618</em>,
o inverso do número usualmente chamado de número de ouro.</p>

<p>O programa seguinte implementa este método.

<pre>
<font color="#a020f0">function</font> retval = <font color="#0000ff">golden</font>(a,b,N,tol)
  gv=(sqrt(5)-1)/2;
  fa=f(a);
  fb=f(b);
  <font color="#a020f0">for</font> i=1:N
    l=b-a;
    c=a+gv*l;
    d=b-gv*l;
    fc=f(c);
    fd=f(d);
    <font color="#a020f0">if</font> abs(b-a)<font color="#da70d6">&gt;</font>tol*(abs(c)+abs(d))
      fa=f(a);
      fb=f(b);
      <font color="#a020f0">if</font> fd<font color="#da70d6">&gt;</font>fa
        a=d;
        fa=fd;
        fb=fc;
        reval=c;
      <font color="#a020f0">else</font>
        b=d;
        fb=fd;
        retval=d;
      <font color="#a020f0">endif</font>
    <font color="#a020f0">else</font>
      return;
    <font color="#a020f0">endif</font>
  <font color="#a020f0">endfor</font>
<font color="#a020f0">endfunction</font></pre>




 <pre>
<font color="#a020f0">function</font> retval=<font color="#0000ff">f</font>(x)
  retval=x./(x.^2+2);
<font color="#a020f0">endfunction</font></pre>
</p>

<p>O que chamou a atenção para este algoritmo, apesar de não ser muito
conhecido, é o uso do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_ratio">número de ouro</a>. Este número surge na natureza com muita
frequência, seja em espirais de caracóis ou de flores de girassol, crescimento
de árvores, etc.</p>

<p>Talvez este algoritmo permita construir uma explicação para este fenómeno
natural que se repete em processos diferentes.</p>

<p>Os padrões que se encontram na natureza que referi não são mais do que sucessivas tentativas
de optimização, cuja distribuição das sucessivas aproximações se fixam nas formas
naturais que podemos observar. Será? Talvez por defeito de formação gosto de
pensar que a natureza segue <em>sempre</em>, ou tem <em>sempre,</em> um principio variacional
subjacente à sua evolução (com evolução quero dizer passagem do tempo).</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Método%20de%20pesquisa%20dourado</guid>

</item>

<item>
<title>Golden section search</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Golden%20section%20search</link>
<description><![CDATA[
<p>E foi isto apenas descoberto em 1953 numa tese de mestrado.</p>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Golden%20section%20search</guid>
<enclosure url="http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_section_search" type="application/octet-stream"/>
</item>

<item>
<title>O problema de Monty Hall</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#O%20problema%20de%20Monty%20Hall</link>
<description><![CDATA[
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Monty_Hall_problem">O artigo na Wikipedia é bastante esclarecedor</a>.

<blockquote>
<p class="quoted">
Suppose you're on a game show, and you're given the choice of three doors:
Behind one door is a car; behind the others, goats. You pick a door, say No. 1,
and the host, who knows what's behind the doors, opens another door, say No. 3,
which has a goat. He then says to you, &quot;Do you want to pick door No. 2?&quot; Is it
to your advantage to switch your choice?</p>

</blockquote>

<p>É de facto espantoso em 10000 jogos sem troca de porta, i. e., mantendo a
escolha inicial, as probabilidades de ganhar ou perder são respectivamente

<pre>
> monty(10000,0)
ans =

  0.32970  0.67030
</pre>
</p>

<p>Com nova escolha  de uma nova porta entre as duas possíveis estas são

<pre>
> monty(10000,1)
ans =

  0.50430  0.49570
</pre>
</p>

<p>No entanto a estratégia com maior probabilidade de ganhar é mesmo, por <strong>muito</strong>
estranho que pareça, escolher simplesmente a outra porta.

<pre>
> monty(10000,2)
ans =

  0.66800  0.33200
</pre>
</p>

<p><a href="http://nostalgia.wikipedia.org/wiki/Monty_Hall_problem/Empirical_Proof">Apetece dizer</a>:</p>

<blockquote>
<p class="quoted">
I'll admit that the results completely blew me away
the first time I ran the program, and I still wonder
if there isn't some odd bug which just happens to
make the numbers look the way they do...</p>

</blockquote>



<h3>Implementação em GNU/Octave</h3>


<pre>
<font color="#a020f0">function</font> retval=<font color="#0000ff">monty</font>(iter,swap)
  pwin=0;
  pfail=0;

  <font color="#a020f0">for</font> i=1:iter
    door(1)=floor(2*rand);
    <font color="#a020f0">if</font> door(1)<font color="#da70d6">==</font>1
      door(2)=0;
      door(3)=0;
    <font color="#a020f0">else</font>
      door(2)=floor(2*rand);
      <font color="#a020f0">if</font> door(2)<font color="#da70d6">==</font>1
        door(3)=0;
      <font color="#a020f0">else</font>
        door(3)=1;
      <font color="#a020f0">endif</font>
    <font color="#a020f0">endif</font>

    contestant=floor(3*rand)+1;
    <font color="#a020f0">if</font> door(contestant)<font color="#da70d6">==</font>1
      montychoice=coinflip(complement(create_set(contestant),create_set([1 2 3])));
    <font color="#a020f0">else</font>
      <font color="#a020f0">for</font> j=1:3
        <font color="#a020f0">if</font> j~=contestant <font color="#da70d6">&amp;&amp;</font> door(j)<font color="#da70d6">==</font>0
          montychoice=j;
          j=3;
        <font color="#a020f0">endif</font>
      <font color="#a020f0">endfor</font>
    <font color="#a020f0">endif</font>
  <font color="#a020f0">if</font> swap<font color="#da70d6">==</font>0
    <font color="#a020f0">if</font> door(contestant)<font color="#da70d6">==</font>1
      pwin=pwin+1;
    <font color="#a020f0">else</font>
      pfail=pfail+1;
    <font color="#a020f0">endif</font>
  <font color="#a020f0">else</font>
    <font color="#a020f0">if</font> swap<font color="#da70d6">==</font>1
      contestant=coinflip(complement(create_set(montychoice),create_set([1 2 3])));
      <font color="#a020f0">if</font> door(contestant)<font color="#da70d6">==</font>1
        pwin=pwin+1;
      <font color="#a020f0">else</font>
        pfail=pfail+1;
      <font color="#a020f0">endif</font>
    <font color="#a020f0">else</font>
      contestant=coinflip(complement(create_set([montychoice contestant]),create_set([1 2 3])));
       <font color="#a020f0">if</font> door(contestant)<font color="#da70d6">==</font>1
        pwin=pwin+1;
      <font color="#a020f0">else</font>
        pfail=pfail+1;
      <font color="#a020f0">endif</font>
    <font color="#a020f0">endif</font>
  <font color="#a020f0">endif</font>
<font color="#a020f0">endfor</font>

retval=[pwin/iter pfail/iter (pwin+pfail)/iter];

<font color="#a020f0">endfunction</font></pre>



 <pre>
<font color="#a020f0">function</font> retval=<font color="#0000ff">coinflip</font>(x)
  n=length(x);
  i=floor(n*rand)+1;
  retval=x(i);
<font color="#a020f0">endfunction</font></pre>


<p>(via:<a href="http://goodnight-moon.net/ciencia/o-problema-de-monty-hall-e-as-escolhas-dos-macacos/">http://goodnight-moon.net/ciencia/o-problema-de-monty-hall-e-as-escolhas-dos-macacos/</a>)</p>



]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#O%20problema%20de%20Monty%20Hall</guid>

</item>

<item>
<title>Lisp cycle</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Lisp%20cycle</link>
<description><![CDATA[
<img src="./img/lisp_cycles.png" alt="">

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Lisp%20cycle</guid>

</item>

<item>
<title>Can setences be evaluated as programs?</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Can%20setences%20be%20evaluated%20as%20programs%3F</link>
<description><![CDATA[
<p>(...)</p>


]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Can%20setences%20be%20evaluated%20as%20programs%3F</guid>

</item>

<item>
<title>MMIX: Why have a machine language?</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#MMIX%3A%20Why%20have%20a%20machine%20language%3F</link>
<description><![CDATA[
<blockquote>
<p class="quoted">
&quot;<a href="http://www-cs-faculty.stanford.edu/~knuth/mmix.html">MMIX is a computer</a> intended to illustrate machine-level aspects of
programming. In my books The Art of Computer Programming, it replaces MIX,
the 1960s-style machine that formerly played such a role... I strove to
design MMIX so that its machine language would be simple, elegant, and easy
to learn. At the same time I was careful to include all of the complexities
needed to achieve high performance in practice, so that MMIX could in
principle be built and even perhaps be competitive with some of the fastest
general-purpose computers in the marketplace.&quot;</p>
<p class="quoted">D. Knuth</p>

</blockquote>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 00:00:00 WEST</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#MMIX%3A%20Why%20have%20a%20machine%20language%3F</guid>

</item>

<item>
<title>Arquivo</title>
<link>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Arquivo</link>
<description><![CDATA[
<p>- <a href="08.mar.html">2008 - Março</a> [<a href="./08.mar.xml">RSS</a>]</p>

<ul>
<li><a href="08.fev.html">2008 - Fevereiro</a> [<a href="./08.fev.xml">RSS</a>]</li>
<li><a href="08.jan.html">2008 - Janeiro</a> [<a href="./08.jan.xml">RSS</a>]</li>
</ul>

]]></description>
<author>Tiago Charters de Azevedo</author>
<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 00:00:00 WET</pubDate>
<guid>http://www.diale.org/w3log/08.abr.html#Arquivo</guid>

</item>

  </channel>
</rss>
